O secretário-geral, Gilberto Carvalho, esteve hoje na Câmara dos deputados, e pediu perdão a Bancada evangélica pelo o que não falou, segundo ele.
Será que os jornalistas estão brincando de telefone sem fio? É aquela brincadeira infantil de uma história qualquer contada ao pé do ouvido entre as crianças. Ao final da divertida travessura o que se ouve é uma história completamente diferente daquela que foi contata pela primeira vez. Quem está dizendo a verdade?
Disponibilizo logo abaixo um link de uma matéria que resume a repercussão que o noticiário virtual divulgou por aí sobre a fala do excelentíssimo ministro, enquanto participava do Fórum Social de Porto Alegre. Vale lembrar que Carvalho desmente as aspas do texto.
Finalizando o encontro com a Bancada Evangélica, que em sua maioria demonstrou um sentimento exageradamente complacente, o ministro prometeu que divulgaria no site da secretaria-geral da república uma nota oficial, desmentindo o que foi amplamente divulgado pela mídia.
A palavra tolerância nunca esteve tão em voga como nos últimos tempos. Fala-se em tolerância religiosa, tolerância da diversidade, tolerância intelectual, tolerância nos relacionamentos etc.
O respeito ao próximo é uma das virtudes daqueles que professam a fé em Jesus Cristo. Porém, é bom lembrar que respeitar ou tolerar não significa concordar. O apóstolo Paulo diz-nos em sua carta aos Efésios que, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportemos uns aos outros em amor. Suportar é tolerar, e tolerar é uma maneira de amar. Posso tolerar meu irmão em Cristo, amando-o francamente, e não concordar respeitosamente com suas atitudes.
O problema é que palavra tolerância está perdendo a sua essência original e muitos a usam para dar asas à imaginação. É verdade. Alguns estão usando a tolerância como justificativa para fazer o que bem quiserem. Travestiram a tolerância de vontade própria, e esta agora desrespeita e afronta os bons costumes, os princípios morais que outrora as igrejas defendiam, a pontualidade nos compromissos, a educação dos filhos e as leis do país.
O culto está marcado para começar às 19:00hs. Em nome da tolerância acrescem-se ao ponteiro do relógio mais dez minutos:
“Vamos tolerar os crentes atrasadinhos”, alguém pode dizer.
O filho leva a namoradinha para o quarto e, em nome da tolerância, os pais permitem que no cômodo ao lado os beijos rolem “à volonté”.
“Pelo menos aqui em casa estamos de olho nele”, o pai orgulhoso pode desabafar.
Já tem até igreja tolerando o pecado e relativizando a Bíblia Sagrada.
Aonde chegaremos? Você certamente já sabe, mas não custa lembrar, que Jesus voltará para buscar a sua igreja. É o dia do arrebatamento, o grande dia que a Noiva do Senhor aguarda ansiosa. Será que nesse dia, em nome da tolerância, alguém conseguirá pedir ao filho de Deus que se atrase por uns cinco minutinhos?
De repente a trombeta vai soar, e um doido varrido poderá perguntar ao Rei dos Reis:
“Ei Jesus, só mais cinco minutinhos, por favor. É em nome da tolerância que te faço este pedido”.
Amy Winehouse não era sinônimo de longevidade. Para nossa tristeza, o seu exemplo de vida não deve estampar os livros didáticos infantis, nem tampouco a sua imagem associada à de uma moça com comportamento exemplar. Todavia, não posso negar que o seu talento esbanjava inteligência musical acima da média.
Aos 27 anos, Amy, tão jovem, foi encontrada morta em seu apartamento. A forma como deixou este mundo me fez pensar um pouquinho sobre a vida. Em primeiro lugar, o caso Amy nos revela que o ser humano esconde dentro de si uma carência inerente. Essa carência é perceptível já nos primeiros dias de vida, quando o bebezinho recém-nascido e choroso acalma-se com o afago caloroso de sua mãe.
A carência do ser humano se desenvolve e cresce com o passar dos anos. Alimentá-la será, cada vez mais, uma tarefa difícil. A carência fica mal-acostumada, e, quando sente fome, ataca os sentidos e os sentimentos da pessoa que a carrega. O coração acelera, a ansiedade aflora, os pensamentos atormentam. É a carência pedindo atenção.
Os verdadeiros cristãos sabem que essa carência só pode ser preenchida satisfatoriamente pela presença de Deus. Mas nem todos sabem ou querem conhecer essa verdade. Por isso, afirmei no título deste artigo que Amy não morreu. Ela está viva, espalhada pelos continentes do planeta terra, nas casas de pau a pique e nas mansões, nas escolas públicas e particulares, ou seja, em todo o lugar. A carência indomável de Amy a levou para o mundo tenebroso das drogas, mundo factício e cruel. Ela não foi a primeira e não será a última a ser vítima desse mal.
Por que devo condená-la? Não sou Deus. A história de Amy se repete todos os dias: o ser humano em seu desespero tentando alimentar a sua carência faminta. O grande problema está na fonte. As pessoas estão procurando alimentar as suas carências nos lugares errados, nas situações improváveis e nas pessoas incertas. Poucos sabem, mas a carência pode matar, como fez com Amy. A solução para alcançarmos a paz interior está em Deus. O óbvio, às vezes, surpreende muita gente, não é? Só Deus nos pode dar a paz que excede todo entendimento, a paz que sacia a nossa carência, a paz que me faz andar seguro e confiante.
Busquemos ao Senhor Deus, pois só Ele é capaz de preencher-nos com vida abundante, transformando o choro em riso.
Não conheço, ainda, pessoalmente o pastor Renato Vargens. Apesar de não ter tido a oportunidade de apertar a sua mão e saudá-lo com a paz do Senhor Jesus, acompanho os seus excelentes e inspirados textos, que não deixam dúvida ser o pastor Renato Vargens um homem de Deus.
Sem a sua prévia autorização, quero, ousadamente, subscrever o seu artigo que trata sobre a famigerada “transferência de unção” e acrescentar algumas considerações pertinentes aos sete tipos de transferência de unção que o pastor Ricardo Ribeiro, do Ministério Apostólico Atos 2, ensinou em sua igreja.
Vamos aos pontos:
1) Transferência por fim de ministério ou vida: Elias deixou a unção para Eliseu.
Para fazer valer esse tipo de transferência, o detentor da unção precisa saber que vai experimentar na pele os desafios vorazes que o profeta Elias enfrentou em sua época, e ainda se preparar para embarcar num carro de fogo, com cavalos de fogo, e subir ao céu num redemoinho, quando for transferi-la para o seu pupilo. Caramba, que aventura!
2) Transferência ainda em vida: Davi foi ungido enquanto Saul vivia. 1 Sm 16.1,2
O detentor desta unção precisa saber que o seu ministério será um fiasco, e que a praga do suicídio atormentará os seus sonhos. O sucessor do suicida (Davi) deve saber que vai esperar alguns aninhos até aflorar a tal unção em sua vida. Haja paciência!
3) Transferência partilhada a muitos: Moisés aos 70 – Nm 11.16,17 – RR Soares e os seus.
Os que receberam a partilha da unção devem saber que profetizarão uma vez e depois nunca mais. E preparem os lombos, pois vocês carregarão a carga daquele povinho murmurador. Misericórdia.
O receptor da unção modificada deve saber que um dia ficará velhinho, e que o Senhor lhe dará uma bronca indiscreta no fim de sua jornada:
“ERA, porém, Josué já velho, entrado em dias; e disse-lhe o SENHOR: Já estás velho, entrado em dias; e ainda muitíssima terra ficou para possuir”, Josué 13.1.
5) Transferência da unção aperfeiçoada: Eliseu recebeu um upgrade da unção de Elias.
Cuidado para não sair voando, escalando prédios. O homem-aranha e o superman vão ficar morrendo de ciúmes de você!
6) Transferência de unção em cascata: 1Tm 2.2 (Paulo → Timoteo → Homens fiéis e idôneos → Outros- Idôneo em grego é hikanos (adequado!)
O efeito cascata não é o mesmo que “fazei discípulos de todas as nações”? Oh povo sem criatividade!
7) Reintrodução da unção de outros tempos: Elias → João Batista (Mateus 11.14)
Essa é boa. O alvo da reintrodução da unção de outros tempos deve estar pronto para perder, literalmente, a cabeça. Topas?
Sugiro e aconselho aos leitores e amigos, cristãos verdadeiros, a buscarmos em sinceridade o Fruto do Espírito, os dons espirituais, mas façamos isso sem vaidades, sem usurparmos a glória de Deus, e entendendo que, comendo ou bebendo, ou fazendo outra qualquer coisa, façamos tudo para glória de Deus (1 Co 10.31)
Não é novidade, todos já sabem, muitos blogs arrazoaram sobre o tema, mas não custa nada repetir a “célebre” manchete que estampa os noticiários do Brasil e do mundo:
“STF aprova por unanimidade união estável entre gays”
Dos 11 ministros, 10 votaram a favor dos gays, transferindo os diretos e deveres da união estável heterossexual, já reconhecida pelo Estado, aos casais gays. Um dos ministros se absteve de votar, declarou-se impedido. Mesmo que o seu voto fosse contrário à união estável homoafetiva, o que considero improvável, não alteraria o resultado do julgamento proferido exaltadamente pela Suprema Corte.
Os 11 ministros não esconderam nenhum segredo. Antes mesmo de começarem a votar, já se comentava nos bastidores da fofoca que o resultado seria uma grande goleada a favor dos gays. Os ministros demonstraram que são grandes filósofos, letrados, e capazes de construir peças literárias dignas do aplauso dos doutores da lei, porém, por detrás das tortuosas letras intelectuais descobre-se que há veneno, fermento, e interesses sombrios. Será que algum deles é cristão? Duvido.
O resultado de ontem consequentemente trará mais trabalho para os juízes, coitados, quase não trabalham, a pilha de papéis sobre a mesa de suas eminências aumentará em dobro. Agora, decidirão sobre a partilha de bens, pensão alimentícia, adoção (?), para os casais gays que vivem uma união estável. Haverá ainda o aumento do gasto público, e o aumento do lucro dos tabeliães, que tão logo registrarão as uniões estáveis homossexuais em seus cartórios.
E a igreja? Nada fez. Ou se fez, foi insuficiente para mudar os fatos. Infelizmente, muitos crentes ficam presos entre quatro paredes de um templo suntuoso ou simples. O mundo precisa de nós, e ele não cabe dentro da igreja. Os gays estão conquistando e ocupando os lugares estratégicos da máquina pública. Eles estudam, se qualificam, e, hoje, compõem o quadro de servidores do STF, dos tribunais etc. Nestes lugares, eles estão fazendo a diferença. E os crentes onde estamos? Como seremos o sal da terra e a luz do mundo dentro da igreja? Desperta igreja, despertem jovens, desperta povo de Deus, sejamos a resistência ao mal. Acordemos!
Desconheço os detalhes da operação do Exército norte-americano que desencadeou na morte de Osama Bin Laden, o homem mais procurado do planeta e líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelo assassinato de milhares de pessoas.
Algumas perguntas sobre o acontecido andam rondando os meus pensamentos, e quero compartilhá-las com vocês. Aí vão:
1-A operação tinha o objetivo de matar Osama Bin Laden? Ou sua morte fora inevitável durante a troca de tiros?
2-Como Osama Bin Laden conseguiu se esconder por longos dez anos dos olhos das grandes potências e do serviço secreto e de inteligência dessas nações?
3-Essa operação tem fins políticos?
Milhares de pessoas pelo mundo a fora estão festejando a morte desse terrorista maquiavélico. Pensando racional e friamente, pergunto-lhes: Osama Bin Laden vivo e preso, algemado pelos americanos, não seria uma vitória ainda maior? Acredito que Osama vivo e atrás das grades veria com os próprios olhos o seu opróbrio, sua vergonha e humilhação. Tem mais: Osama vivo seria uma fonte inesgotável de informações valiosíssimas sobre os esquemas e planos terroristas da al-Qaeda.
Alguém pode elucidar as minhas dúvidas? Sabemos que a morte de Osama não significa o fim do terrorismo no mundo. Morre um, entra outro no lugar, o mal sempre tenta se perpetuar.
De uma coisa eu sei, e tenho certeza. Obama, e não Osama, conseguiu excelente plataforma política para sua desejada reeleição. Parece-me que sua permanência no poder dos EUA está a ponto de ser garantida.